domingo, 15 de janeiro de 2012
BROCA DE CASCO EM EQUINOS
A Broca dos cascos do equinos é uma contusão seguida, algumas vezes, de mortificação dos tecidos que revestem as partes internas dos cascos dos cavalos, podendo, segundo o aspecto da lesão, receber os nomes de: Broca seca, úmida ou supurada. As lesões causadas pela broca dos cascos dos equinos produzem necrose local, dor e manqueira e têm como origem um traumatismo ( contusão ou ferimento). A princípio sempre existirá uma lesão fechada que provocará dor muito intensa, impedindo o animal de colocar a pata no chão e o diagnóstico só será possível, no início do processo, através de pressão nas diversas partes do casco, até localizar uma área de maior sensibilidade.
Para termos a certeza do local de reação dolorosa, utilizamos a pinça de casco, onde o animal reagiu ao pinçarmos o local da broca. Perante o diagnóstico e a dor intensa que o animal estava demonstrando, o Cap. Med Vet PM Pacheco fez a abertura do local, drenando secreção purulenta (demonstrando infecção). Ao ser iedentificado a infecção, o Capitão prescreveu penicilina para combatê-la.
Quase 10 dias se passaram, o animal apresentou melhora, mas como no fim de semana não foi feito os curativos e nem a medicação indicada (AINE - maxicam gel + atb) o animal teve uma recidiva e acabu por piorar. Nessa semana iremos realizar um outro tratamento, mais evasivo e postarei o estado e vídeos do animal ao trote e ao passo.
Segue abaixo fotos do animal sendo casqueado pelo soldado Itamar.
ESTÁGIO NO RPMont - PMES
domingo, 25 de julho de 2010
VISITA A ESCOLA NACIONAL DE FALCOARIA - ENFALCO
terça-feira, 20 de julho de 2010
LIBERDADE PARA OS TAMANDUÁS E A GARÇA...
Nós, com o prof. André Quagliatto no local de soltura da garça...
Abaixo, colocarei uns videos do momento da soltura... Tudo muito legal e emocionante...
Valeu por acompanharem...
UMA NECROPSIA QUE SERVIU MUITO BEM COMO AULA DE ANATOMIA DOS JABUTIS...
Abaixo, foi feito a dissecação dos músculos para o acesso da cavidade...
Atentem-se para a vesícula biliar (de verde). Ela é bem aderida ao fígado!
Oviduto:
O testículo nos testudines são bem aderidos ao rim (perto da ponta do dedo sem luva).
Por fim, observem todo o sistema completo... Iniciando pelo esôfago e traquéia (da direita para a esquerda), passando pelo fígado (bem desenvolvido), coração, estômago, rins, intestinos e por fim o sistema reprodutivo, finalizando na cloaca.
Ah, é importante destacar que o a anatomia visceral e até funcional dos testudines são bastante parecido com o das aves e um fator que diferencia as duas espécies é o fato de que nas aves, apenas um ovário é funcional, no caso dos testudines os dois funcionam muito bem...
